Daniel Carvalho

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Entenda como a violência afeta a saúde da mulher

No mês de agosto temos duas datas significativas. O Dia Nacional da Saúde no Brasil, celebrado no dia 5, e a campanha Agosto Lilás, dedicada à conscientização pelo fim da violência contra a mulher.

É um momento oportuno para discutir sobre a saúde integral da mulher, que avalia seu estado físico e mental, como fatores fundamentais de bem-estar. Nesse sentido, o combate à violência contra o sexo feminino se mostra como uma importante base para a qualidade de vida da mulher.

Um estudo realizado pela organização global de saúde pública Vital Strategies, em parceria com a UFMG, constatou que a violência contra mulher é subnotificada nos serviços públicos de saúde. Enquanto 19,5% dos casos são registrados nos serviços básicos de saúde, a maioria (80%), só aparece nos serviços hospitalares ou pronto-socorros, quando há agravamento do estado de saúde. Isso mostra como algumas mortes ou casos mais sérios poderiam ser evitados, caso as autoridades tomassem conhecimento dos fatos.

Confira dados sobre a saúde física e mental da mulher

A mulher é conhecida por se preocupar mais com a saúde do que o homem. Diante de um sintoma, elas têm mais disposição de procurar ajuda médica. No entanto, esse cuidado é limitado por condições socioeconômicas e pelos diversos papéis que a mulher desempenha, por vezes, sem rede de apoio.

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos. Além de uma alimentação balanceada, com variedades de oito grupos alimentares. Mas, como cumprir essas indicações com uma renda baixa e desigualdade em diversos níveis?

Outro fator decisivo para a saúde da mulher é a condição emocional. Segundo a OMS, uma em cada cinco mulheres apresenta algum tipo de transtorno mental, sendo a depressão uma delas, atingindo cerca de mais do dobro de mulheres em relação aos homens com a doença. Essa constatação revela a vulnerabilidade da mulher na sociedade.

Dessa forma, percebe-se que as questões sociais impactam significativamente na qualidade de vida e saúde da mulher. Portanto, as políticas públicas precisam ser elaboradas, considerando essa correlação.

Conheça nossas leis nesse sentido

A proteção da mulher sempre foi uma de nossas principais bandeiras. Por isso, buscamos ter um olhar integral sobre todas as áreas que impactam a sua saúde e vida em sociedade. São muitos desafios, mas lutamos todos os dias para gerar conquistas nesse cenário. Veja algumas de nossas leis:

  • Lei 361/2023: garante acessibilidade comunicativa à mulher com deficiência auditiva e/ou visual vítima de violência doméstica e familiar.
  • Lei 5229/2022: institui o mês “Agosto Lilás”, que é dedicado à campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.
  • Lei 5160/2021: obriga bares, cafés, quiosques, centros e complexos gastronômicos, restaurantes, casas noturnas, casas de show e de eventos em geral a adotar medidas de auxílio à mulher que sinta em situações de risco.
  • Lei 5150/2021: institui a Semana de Prevenção e Combate à Depressão Pós-Parto, estabelece as diretrizes para conscientização quanto à prevenção, diagnóstico e tratamento de depressão pós-parto no sistema de saúde do município.
  • Lei 4968/2018: institui o Dia Municipal de Combate à Violência Contra a Mulher.

Deseja sugerir iniciativas de proteção à mulher? Entre em contato com o nosso gabinete: (31) 3359-8787/ 98576-2241.

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